terça-feira, 28 de agosto de 2007

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Voto de pesar!


Se há lugar onde a Antunes Guimarães leva é a Chic. É de lamentar as altercações de ontem e a morte violenta do proprietário da discoteca que mudou a minha vida, até ver... Paz à sua alma e justiça para os seus assassinos.

Tás-te a passar!


Compararam-me ao "Meu Pipi"! Tukésber?

O "Meu Pipi" era um blog ordinário. O meu blog, pese-se embora ser anónimo, é um blog higiénico. Se é um pipi, é-o depois da toalhita de Dystron.

Metrossexualidade?

Fear is the enemy?

Extreme Makeover!

I wannabe stylish...

domingo, 26 de agosto de 2007

Morreu Eduardo Prado Coelho!


Perdeu a literatura, a cultura e acima de tudo o país. Aqueles que sabem pelo prazer de saber são cada vez menos. Valeu, nem que seja por ter com ele aprendido o que queria dizer a palavra acribia. Se mais ninguém se lembrar, lembro-me eu.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Como disse!?


Hoje propuseram-me fazer um envolvimento adelgaçante com chá verde e um envolvimento hidratante com caucau puro. Isto para além do preparado aromaterapêutico exfoliante e hidratante, claro está...


Como disse que era mesmo?

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Metrossexualidade!


Há 3 tipos de homem na noite do Porto: os betos, os morangos-com-açúcar e os boys band. Os dois últimos grupos pertencem já à categoria colectiva dos metrossexuais. A diferença é que os morangos põe cera no cabelo e os outros gel. De resto, na noite Invicta os meninos produzem-se à grande e de metro para bi é um pulinho. O preconceito cairá primeiro a Norte.

Já as moças, enfim... Roliças!

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

O arquivo da PIDE/DGS!


Constou-me, por um amigo fanático sobre a Resistência ao Estado Novo, Dr. Antunes Guimarães incluído, que da sua consulta do arquivo da PIDE/DGS sobre a União dos Estudantes Comunistas, que fazia a propósito ou em sequência do livro de Zita Seabra, apenas estão disponíveis para consulta dois números de uma publicação clandestina e um comunicado, num total de oito fólios. Todo o restante acervo é sobre a UEC francesa e seus contributos para a questão humanitária portuguesa. Mais me relatou que sobre outras organizações estudantis clandestinas, até no mesmo período, se encontra muito mais documentação.

Ora, ou a PIDE se desinteressou pela UEC, o que me parece estranho estando o próprio Cunhal na sua fundação ou o arquivo está incompleto. Pode estar ainda por revelar muita matéria ainda confidencial que só daqui a 20 anos será pública ou pode o arquivo ter sido mutilado, tanto pela própria PIDE nos dias da revolução (porquê só a UEC?) ou recolhido pelo PCP, o que não seria inédito.

Porque é que o partido da superioridade moral dos comunistas guarda arquivos secretos? A verdade histórica é diferente da sua verdade?

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Diagnóstico!


Como uma doença é uma afecção de um tecido, órgão ou sistema de órgãos, eu verifico que o país está doente.

Pior, dói-lhe um órgão de soberania, que mal comparado é assim como dizer vital. Dói-lhe a Presidência da República depois de dez anos de tão boa saúde.

Comentários!


Este blog fez-se para me cobrir de anonimato, por essa razão os demais também podem ficar anónimos. Contudo, os comentários são sujeitos a minha prévia aprovação. Não consiste em censura, consiste em reserva de intimidade do(s) autor(es). Não estranhem portanto a demora da aparição dos vossos contributos.

Não deixem, ainda assim, de contribuir. Isto é um blog, não o muro ao fundo da esplanada do templo a que se convencionou chamra, pela prática, o das lamentações.

Efeméride!


Comemora-se hoje um ano desde que comecei a trabalhar. O dado mais significativo é que estou de férias. Faz sentido. Amanhã retomo as actividades. Faz sentido, também.

De resto o que não se compreende é ainda não saber o que quero ser quando for grande. O facto de achar que, quando for grande, o que quero é ler e escrever assusta-me porque eu não quero ser o Zé Pacheco Pereira.

Inauguração!


Eis que começa a primeira era de escrita anónima para mim.

Sempre senti uma enorme urgência em escrever sobre tudo aquilo que porventura me apetecesse, como me apetecesse. Porém, as responsabilidades que sempre tive e outra que julgava que poderia vir a ter, sempre me conduziram a uma auto-censura que me parece toldar o sentimento, traduzido em palavra.

A excentricidade que escolhi até para a vida pública permite-me uma certa displicência e humor até na abordagem das coisas sérias. Ainda assim, existem limites à escrita criativa que apenas o anonimato permite. Não é falta de coragem, é vontade de paz e liberdade tão absolutas quanto possível.

Não serei irresponsável, apenas bem-humorado, assertivo, audaz... Enfim, serei o que quiser.

"We all wear masks, metaphorically speaking!"